Há pessoas que a pega para assinar com a motivação financeira, o bolso é o estímulo. Há os que a usam para projetar, criar, corresponder, informar, amar e muitos outros verbos de ação. No entanto, devido a necessidade humana de se comunicar, a caneta veio a ser uma invenção mais que bem-vinda. Em 1884, Lewis Edson Waterman patenteava sua criação, a "caneta tinteiro". Como toda invenção pode ser melhorada, no ano de 1934, o jornalista húngaro Ladislao Biro, baseou em uma caneta que não borrava e nem deixava a tinta em seu interior secar. Nascia aí a "caneta esferográfica". Em seguida, em 1945, o francês Marcel Bich, desenvolveu um novo processo de fabricação em larga escala, popularizando o produto, o qual deu o nome de "BIC", abreviação de seu sobrenome. Dessa maneira, uso a "caneta" com respeito, meu instrumento essencial para passar meus sentimentos, pensamentos, do coração ao papel, do papel aos meios digitais. Assim sendo, uma poesia é uma oração mediada entre uma caneta e papel, corações e almas.
segunda-feira, 6 de julho de 2020
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