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quarta-feira, 25 de julho de 2018

"NAS PÁGINAS DOS LIVROS"

Os gritos de Clarice, o enigma de Machado,
O bom humor do Jó, a elegância de Ligya, 
O mito de Galdino, a criatividade de Lobato,
A morbidez de Castro e a sensatez da escrita
Que percorre nomes, indelevelmente marca a história. 
Em Pessoa há muita coisa boa. Percorre - se Barros,
Quintana, e por aí vai, sussurrar em Suassuna, na
Loucura de Hilda  e no turbilhão da vida. 

"ESCREVER OU NÃO ESCREVER - EIS A QUESTÃO"

O que escrever?
Quais palavras vestirão os papéis,  as telas
Dos componentes eletrônicos? 
Talvez aqui caiba uma vírgula,  ali um ponto final.
Hoje estou inspirado, agora falta-me inspiração. 
Não,  não são só palavras.
Há vida, há sangue, há o pus que quer estourar.
Quantos sentidos existem numa frase  e mesmo
Assim há frases sem sentido. 
Mas todas sentidas.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

"DIA DO ESCRITOR"

Estou lembrando com certa antecedência,  de uma data brasileira que com certeza, faz jus aos mestres de nossa Língua Portuguesa. Vinte e cinco de julho, vem a público esta data feliz, que convictamente é prazenteira aos olhos de Machado de Assis. No entanto, outros escreveram tanto, enriquecendo nossa Língua.  É o caso de Drummond,  poeta mineiro que do Rio de Janeiro fez seu lar. Clarice Lispector,  deixava florir as emoções,  qual visão prevista, enfeita a escrita não como feminista e sim, como mulher de ação. Vinicius de Moraes, na praia,  as ruas do Leblon,  fez poemas, espalhando Ipanema na curva de um avião.  Outros tantos passaram, suas marcas deixaram profundas impressões.
Gostar de leitura bacana, pensar em frases extemporâneas,  e rir da genialidade de Mário Quintana. Ficar comovido com ais e gemidos de uma geração,  de pura escravidão.  E pensar que liberdade existe, que todo Homem é livre, livre de sofrimento e dor, é lembrar de Castro Alves, que em seu Poema nobre gritou: "A praça é do povo como o céu é do condor".
Assim, proclamemos em lembrança de todos os que já se foram, e dos que permanecem lapidando nossa escrita. São escritores de primeira, dando passagem a uma nova geração.  Geração de escritores grata, que juntos com a populaça gritam: "VIVA O DIA DO ESCRITOR!"
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"ESPERAREI"

Esperarei domingo; Esperarei sorrindo; Esperarei sonhando; Esperarei dormindo; Esperarei um amigo, Um abrigo, um lindo dia de sol.  ...