Estive pensando, o que eu faço de extraordinário? Vivo, respiro! Sigo à risca a receita da vida, não me arrisco ousar. O que me faz único? O DNA, meu genótipo ou fenótipo? Talvez, mas repito as ações de todos. Olho para minhas mãos, as digitais comprovam que só eu as possuo. Alívio! Sou único, ímpar e feliz por ser igual.