Chamo-me Ricardo, Eduardo, João ou José; sou pobre, sobrevivente de fé. Já passei fome, luto pelo pão de cada dia. Na multidão, sou invisível, não ligo, há reciprocidade, Procuro o pão, nada me detém ou me abala, Meu nome, Alexandre, Vitor, Mário, Tadeu, Roberto, Severino... ou simplesmente, nada.